domingo, 6 de setembro de 2015

5 ATITUDES PARA SE EVITAR NO AMBIENTE DE TRABALHO EM MOMENTO DE CRISE



Segundo a consultora de carreira e coach Eni Santos, reclamar demais e ser improdutivo são alguns dos hábitos nocivos no ambiente corporativo
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Você liga a televisão e é bombardeado por uma enxurrada de notícias sobre a corrupção política, baixo crescimento da economia e tantas outras matérias negativas. A conta pesa no bolso do trabalhador e, em meio a essa instabilidade econômica geral, o efeito cascata atinge diretamente o emprego do brasileiro.
Há pouco tempo vivia-se o apagão de mão de obra, hoje não faltam notas sobre empresas de diferentes portes e segmentos que, afetadas por essa crise, estão reduzindo o tamanho de sua força de trabalho.
Para a consultora em educação corporativa e coach Eni Santos, isso faz com que a maioria dos profissionais viva sob tensão e insegurança. “A regra vale tanto para os trabalhadores que já foram demitidos e não vislumbram a possibilidade de uma recolocação imediata, quanto os outros que estão trabalhando, porém sobrecarregados de funções e responsabilidades e ainda, sob rumores de cortes de pessoal”, destaca.
Em meio a esse período turbulento, a consultora elenca algumas atitudes que devem ser evitadas no ambiente de trabalho, tais como:
1. Reclamar de tudo e de todos. A energia desse tipo de postura polui o ambiente de trabalho, desagrega as pessoas e negativa sua marca profissional e pessoal;
2. Trabalhar com medo do que possa vir a acontecer. O medo rouba a atenção nas funções que devem ser executadas, e esse déficit propicia maior possibilidade de erros, fragilizando o nível de desempenho do profissional. O que não é nada bom neste momento de risco iminente de corte de pessoal;
3. Tomar decisões precipitadas. Qualquer movimento de carreira ou de âmbito financeiro deve ser planejado de forma racional, a fim de que a influência dos apelos emocionais envolvidos nas decisões seja minimizada. As dúvidas presentes nos processos decisórios estão acentuadas neste momento de crise;
4. Ficar estagnado. As empresas precisarão, ainda mais, de pessoas positivas, facilitadoras, comprometidas e flexíveis às mudanças necessárias. A crise econômica não invalida responsabilidades, de ambas as partes - empresa e profissional;
5. Descuidar da carreira. A recessão econômica não justifica descuidar do desempenho profissional tanto técnico como comportamental e, muito menos, deixar de lado os investimentos na carreira, como, por exemplo: networking, leituras e, se possível, cursos de aprimoramento.
De acordo com Eni, esses pontos de atenção, se praticados, contribuirão para que o profissional permaneça com sua trajetória mais consolidada. “Há profissionais que sucumbem à crise, e outros que fazem dela um aprendizado e se tornam ainda mais preparados”, conclui a consultora. Ela também ressalta que, como em outras vezes, esse vento forte vai passar e o mercado voltará a buscar aqueles profissionais que fazem a diferença. Faça sol ou faça chuva.

Fonte: administradores.com

A IMPORTÂNCIA DO VÍNCULO COM SUA EQUIPE

Um dos principais pilares da relação entre o líder e sua equipe é o vínculo que existe entre eles
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Muitos líderes confundem as atitudes de sua equipe, acreditando que eles realmente têm um vínculo, quando na verdade o que existe é uma conveniência. É o caso do colaborador que até te obedece, mesmo estando contrariado ou com receio de discordar de você. Apesar do estímulo cada dia maior à liberdade de pensamento e criatividade dos colaboradores, muitos deles preferem obedecer por comodismo, falta de estímulo (seja ele motivacional ou financeiro) ou, dependendo da geração que esse colaborador pertencer, até pela ideia da hierarquia piramidal que ele faz questão de “respeitar”. Mas acredite: esse tipo de liderança é um castelo de areia, onde sua destruição é apenas questão de tempo.
Por mais que muitos discordem, acredito que a falta de vínculo é responsabilidade do líder, afinal, ele é o responsável por fazer com que todos estejam no mesmo barco e seguindo o mesmo rumo. Mas, como fazer para fomentar esse vínculo entre você e sua equipe?
O primeiro passo para isso é colocar-se ao lado da equipe – nem acima, nem abaixo –, mostrando que não há nada mandatório, mas sim colaborativo. Escute sua equipe e compartilhe informações. A discussão deve ser saudável e construtiva para que o líder também possa aprender, afinal, o vínculo é uma construção diária.
Um segundo passo é colocar-se como mediador ao invés de porta voz da equipe. Isso faz toda a diferença.
Mas o desafio não termina aqui. Após criado o vínculo, o líder deve lançar mão de algumas ferramentas para manter esse pilar vivo.
Uma dessas ferramentas é cumprir os acordos firmados, sejam eles de convivência ou de trabalho. Esses acordos irão nortear o dia a dia da equipe e revitalizar o vínculo, sendo que a própria equipe pode se auto-observar para que os acordos sejam cumpridos. É óbvio que essas regras são mais fortes para o líder, já que ele deve dar o exemplo, mas o que mantém o vínculo vivo é a confiança que, uma vez quebrada, dificilmente se reconstrói. Por isso dentro das regras deve haver sempre a verdade acima de tudo, pois a equipe e o líder devem estar juntos nos acertos e nos erros.
É fato que o líder precisa ter empatia, mas isso nem sempre é fácil ou se consegue criar. Aqui, uma dica valiosa é trazer a equipe para soluções democráticas, ou seja, colocar na mesa os problemas e deixar que a equipe traga as soluções. O papel do líder nesse caso é ser um mediador para que a equipe não fuja do objetivo. E uma dica fundamental: nunca fale na primeira pessoa. Quando se está em equipe, sempre fale NÓS e nunca EU. Essa é uma das ações mais comuns em que os líderes se boicotam.
Apesar de trabalhoso, criar um vínculo com sua equipe traz benefícios a longo prazo, como o autogerenciamento. Dessa maneira, cabe ao líder apenas estar próximo como apoiador de necessidades e de bem-estar, não focado na tarefa em si, pois é isso que você, como líder, precisa: saber sobre o andamento e o status dos projetos e tarefas para ter tempo de se concentrar nos afazeres estratégicos.
Um segredo para o sucesso de um vínculo entre líder e equipe é a participação da empresa. Chega uma hora em que o vínculo começa a não ter benefícios tão duradouros quando fica estreitado somente ao líder. Sendo assim, a empresa tem um papel fundamental no apoio a esse vínculo, sendo parte dele, para que a equipe seja da empresa e não somente do líder. Afinal, já vimos inúmeras vezes no mundo corporativo o líder sair e levar sua equipei junto, da mesma forma que um líder sem vínculo perde a equipe.
Comece amanhã mesmo a construir esse vínculo com sua equipe. Entre de coração e mente abertos. Melhore pessoas e relacionamentos no mundo corporativo. Seja um líder de quem as pessoas terão orgulho de se lembrar.
Renato Lopes é Gestor da área de TI e acredita que a humanização dessa área é a chave para conquistar equipes de alta performance e auto gerenciáveis. Palestrante e Professor Universitário, Renato busca compartilhar técnicas e soluções para formar times vencedores e entusiastas, buscando a qualidade de vida junto à satisfação do trabalho.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

5 PASSOS PARA MELHORAR A GESTÃO DE PESSOAS E PROCESSOS


No mundo dos negócios, a maior parte das pessoas vai ignorando as condições que apontam a necessidade de mudar e, quando percebem, já não há mais tempo para reagir. Apesar de muitos dos seres humanos saberem lidar com a mudança, o que preocupa, na verdade, é saber se estamos treinando as pessoas adequadamente para lidar com a velocidade da mudança.

Agilidade, flexibilidade e velocidade são essenciais, principalmente porque sabemos que as mudanças não acontecem em 24 horas. A mudança é um programa intensivo de ação, necessária em altas doses para que seja bem-feita.

Reconhecimento - O reconhecimento da necessidade de mudança, freqüentemente, surge no nível da alta administração, mas o sinal de alerta pode vir dos clientes ou dos departamentos que começam a se sentir travados por um processo deteriorado ou problemas de produtividade. Qualquer que seja o ponto de partida do processo de mudança, é preciso que seja disseminado até abranger toda a empresa.

É preciso olhar com carinho para todos os setores da empresa e da economia: eles estão constantemente mudando, e precisamos estar aptos e sensíveis para a percepção, análise e adaptação de cada uma delas para o nosso cotidiano e para o nosso planejamento.
Os empresários têm de levar em conta e priorizar a questão das pessoas à frente dos processos. Não adianta impor novos processos para as pessoas sem antes envolvê-las com a importância e comprometimento necessários para que as mudanças aconteçam de forma positiva. Aos empresários ainda consiste a obrigação de incluir o item inovação urgentemente em seu planejamento.

Considerando que mais de 1/3 das grandes inovações vêm dos clientes, nem precisa dizer o quanto o cliente pode e deve estar envolvido em todo o processo de mudanças das organizações.

Resistências - Por incrível que pareça, é fato que a massa dos funcionários operacionais é bem menos resistente às mudanças que os seus líderes. Treiná-los, porém, para encarar este processo com naturalidade é extremamente importante. Mas é preciso começar pelos líderes, porque são eles que vão passar a credibilidade que os colaboradores precisam para confiar em todos os processos que envolvem as mudanças. Quanto mais segurança os funcionários tiverem no aspecto positivo da mudança, mas rápido as coisas tendem a acontecer. Mas essa confiança virá principalmente dos líderes, porque, muitas vezes, as mudanças são entendidas como a “reengenharia do passado”, na qual estavam incluídas centenas de demissões. Hoje, também mudou essa e outras questões da gestão.

Quanto menor o turnover mais fácil é de se conduzir um processo de mudanças eficaz. É preciso conscientizar que mudar não é pular de “galho em galho”. Como dizia Lavoisier: “Na natureza nada se perde, nada se cria. Tudo se transforma”. É isso que precisamos: fazer com que líderes e liderados entendam com naturalidade a mudança.

Eu não diria que em toda mudança há risco envolvido. O que acontece é que quanto mais a empresa demora para acompanhar o dia-a-dia das mudanças naturais, maior a chance da mudança repentina provocar algum tipo de desequilíbrio de gestão e afetar diretamente as pessoas envolvidas e os resultados projetados. Nesse caso, o risco é diretamente proporcional ao tempo que você ficar de olhos vendados, negando que a mudança é necessária e que você poderá transformá-la no seu maior ativo. Mesmo assim, eu diria que não conheço sucesso sem risco. E quando paramos para pesar todos os riscos que envolvem as mudanças, chegamos à conclusão de que a única forma de ter mais segurança é conhecer muito bem todas as variáveis que envolvem o processo.

Ativo natural - O ideal é encarar as mudanças como um ativo natural de crescimento. O mundo muda o tempo todo em uma velocidade assustadora e quem não acompanhar, ficará para trás. Aliás, manter a zona de conforto ativa já é ficar para trás. É preciso abrir a mente e estar receptivo às mudanças que considere fundamentadas para a natureza do seu negócio, e para que isso aconteça não é necessário apenas boa vontade, é preciso muito estudo também, para que haja uma adaptação alinhada entre pessoas físicas e jurídicas em todos os processos de mudança. Só a partir do momento em que a mudança for bem aceita por todos em uma corporação é o que os resultados poderão ser mensurados.

Muitos líderes, prestes a iniciar um processo de mudança, sabem que as pessoas são fundamentais. Obviamente, eles também são tentados a se fixar mais em planos e processos, que não retrucam e não têm reações emocionais, do que enfrentar questões extremamente difíceis e complexas, inerentes aos seres humanos. Contudo, os números não mentem: 5% dos resultados das mudanças vêm das máquinas; 15% dos programas e 80% das pessoas.

Então, aqui temos 5 passos que vão ajudá-lo a melhorar a gestão de pessoas e processos, considerando que os processos são resultado direto do comportamento das pessoas:

1. Estimule a autoconfiança
Mostre que o crescimento pessoal e profissional e a sobrevivência estão diretamente relacionados à capacidade do indivíduo de se adaptar ao novo e de, principalmente, ser um agente de mudanças.

2. Satisfaça necessidades, e não vontades
Invista grande parte do seu tempo conversando com as pessoas sobre a necessidade de mudar.

3. Forneça aos liderados o que eles precisam, e não o que eles querem
Explique o que precisa ser modificado para que entendam a sua participação em todo o processo de mudanças e o que terão de fazer para conservar seus empregos.

4. Sirva-os, em vez de querer que eles o sirvam
Em todos os processos é importante ficar claro que o líder está junto com a equipe, para deixá-los trabalhar, e isso inclui facilitar tudo o que estiver ao seu alcance para aumentar a velocidade da execução. Servir a equipe e mostrar que este é o seu papel faz uma diferença enorme nos resultados.

5. Certifique-se de que as razões das mudanças são transparentes para todos.
Acima de tudo, é importante fazê-los entender que mudar pode ser fascinante e pode trazer muito mais oportunidades do que imaginam. Mas, você só poderá descobrir isso, quem experimentar!
A mudança e o aprendizado serão novos companheiros contínuos em nossas vidas. É preciso não só aceitá-los, mas recebê-los bem. Isso pode fazer uma grande diferença para você chegar ao sucesso que tanto almeja. Afinal, “o que quer que o fez ter sucesso no passado não o fará ter sucesso no futuro”. Pense nisso e mude, antes que alguém faça isso por você!

Por: Alessandra Assad
Diretora da AssimAssad Desenvolvimento Humano. Formada em Jornalismo, pós-graduada em Comunicação Audiovisual e MBA em Direção Estratégica, é professora universitária e em MBAs, colunista de vários meios de comunicação e palestrante. De 2003 a 2009, atuou como diretora de Redação da revista VendaMais, a maior revista de vendas do Brasil. É autora do livro Atreva-se a Mudar! – Como praticar a melhor gestão de pessoas e processos.

HÁBITOS DOS PROFISSIONAIS DE ALTA PERFORMANCE


Hábitos são comportamentos que determinada pessoa aprende e repete frequentemente, sem pensar como deve executá-lo.Uso, costume, maneira de viver, modo constante de comportar-se, de agir e de ver o mundo.
Muitas ações da vida cotidiana constituem hábitos. Imagine como seria difícil para uma pessoa executar uma simples atividade como caminhar ou descer uma escada se tivesse que pensar em cada um dos atos necessários a dar cada passo.
O hábito difere do instinto, que é um comportamento inato, não aprendido. São sinônimos de hábitos as palavras: aspecto, costume, fácies, habitude, praxe, rotina, usança, uso, vestes, vestimenta e vezo.
Hábitos são comportamentos e atitudes que podem ser adquiridos e ou desenvolvidos, listamos abaixo alguns deles que aliados ao desenvolvimento das 7 competências fundamentais para o sucesso (vamos conhecer no detalhe estas competências no próximo texto) são vitais para o êxito na vida profissional. Tome nota!

1. Crie o hábito de pensar.

Procure dedicar alguns minutos do seu tempo, diariamente, para pensar e refletir sobre você mesmo, sua carreira, a empresa em que trabalha, e/ou lugar onde estuda e suas relações com as pessoas que o cercam e com o planeta.

2. Crie o hábito de anotar.
Procure anotar tudo aquilo em que pensar, mesmo que seja algo improvável ou que você considere insignificante.

3. Trace os seus objetivos.
Faça uma lista dos seus objetivos e do que é necessário fazer ou ter para alcançá-los. Organize-se e planeje-se, assim tudo fica mais fácil e lógico.


4. Não desperdice as oportunidades.
Muitas oportunidades estão soltas por aí para o primeiro que pegar. Fique atento e aberto às oportunidades que aparecerem pela frente e tenha calma para selecioná-las.


5. Fique atento às informações.
Preste atenção ao seu redor. Aprenda a observar, perguntar e ouvir. Mantenha sua rede de contatos sempre atual, sempre funcionando. Hoje, os contatos são tão importantes quanto a carteira de clientes. 


6. Crie o hábito de ter idéias.
Procure pensar em soluções completamente diferentes para os problemas e dúvidas que você tiver. Para ter uma idéia é necessário colher informações e dados a respeito do problema ou da dificuldade e anotar, sempre, as soluções que forem surgindo. Fale com você mesmo sobre a idéia, o seu subconsciente pode encontrar soluções inimagináveis e eficazes.


7. Cuide da energia.
Não há como utilizar seu potencial se você for uma pessoa pessimista, desorganizada, estressada, que não pratica nenhuma atividade física e que não tem uma boa alimentação. Cuide do seu corpo e da sua mente. Assim você terá muito mais disposição para dar o melhor de si.


8. Aprenda sempre.
Você tem a chance de aprender coisas novas diariamente. Aproveite, pergunte, fique perto das pessoas que você perceber que podem ter coisas a ensinar. Não desperdice nenhuma oportunidade para estudar, ler novos livros e fazer cursos e treinamentos. 


9. Faça multiplicadores.
Compartilhe o seu conhecimento, ensine que compartilhar é tornar possível o sucesso de todos. Não entre em competições. Todos têm seu espaço para conquistar. Conquiste o seu e reconheça o do próximo.

10. Seja ético.
Faça elogios, aja com honestidade, transparência e lisura. Assim não há como o resultado ser negativo.

“Se carregar um punhado de terra todos os dias, logo terá uma montanha” (Sêneca)

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PESSOAL (PEP.C&P)

A estratégia faz parte do bojo da administração há muito anos, Sun Tzu entre 400 e 320 a .C na China escreveu o livro “A arte da guerra”, considerado o “pai” da estratégia seu livro ainda hoje é utilizado para trabalhos acadêmicos e já lido por executivos do mundo inteiro.

Planejamento Estratégico Pessoal é um processo gerencial que diz respeito à formulação de objetivos, seleção de ações e sua execução, levando em conta as condições internas e externas à pessoa, assim como, sua evolução esperada, são estabelecidas premissas básicas que a pessoa deve respeitar para que todo o processo tenha coerência e sustentabilidade.
Pensando em potencializar o ser humano nas dimensões Vida Pessoal e Carreira, desenvolvi uma ferramenta simples, objetiva e efetiva para realizar o planejamento e desenvolvimento. Utiliza a metodologia do planejamento estratégico adicionando uma auto-avaliação nas 7 competências criticas para o sucesso com possibilidade de inclusão de PA (plano de ação).




A ferramenta PEP.C&P (Planejamento Estratégico Pessoal: Carreira & Vida Pessoal) possibilita à formulação de objetivos e metas para a seleção de planos de ação, levando em consideração as condições internas e externas à pessoa, assim como, sua evolução esperada, a ferramenta foi desenvolvida em excel o que permite a geração automática de gráficos para acompanhamento da performance.

O PEP.C&P - Planejamento Estratégico Pessoal: Carreira & Vida Pessoal é dividido em 7 etapas simples, em uma única pagina.

1ª Etapa: IDENTIFICAÇÃO INICIAL - Nesta etapa deve ser descrito os dados do dono do planejamento estratégico, contém campos para descrever o nome, formação, profissão e espaço para inclusão de foto.

2ª Etapa: MINHA MISÃO - É a finalidade da existência, ou seja aquilo que define o significado a essa existência. Liga-se diretamente aos seus objetivos principais, e aos motivos pelos quais você vive (sua razão de ser). A missão é algo perene e sustentável.

2ª Etapa: MINHA VISÃO - É aquilo que se espera ser ou alcançar (realizar objetivamente) em um determinado tempo e espaço, normalmente é um prazo longo (pelo menos 5 anos). A Visão deve ser inspiradora, clara e concisa.

4ª Etapa: MEUS VALORES - Representam os princípios éticos que norteiam todas as suas ações. Normalmente, os valores são compostos de regras morais que são a base para seus atos e motivações. O Valores podem ser natos ou adquiridos, porém inegociáveis.

5ª Etapa: ANALISE DO SWOT EM MINHA VIDA - Trata-se de uma ferramenta para tomada de decisão e formulação de estratégia. A Matriz do SWOT usa uma planilha para coletar informações de pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças no ambiente interno e externo à pessoa.

Descrição da Matriz do SWOT
6ª Etapa: AUTO-AVALIAÇÃO NAS 7 COMPETÊNCIAS CRITICAS PARA O SUCESSO - Ao mesmo tempo em que o profissional necessita possuir diversas capacidades e possuir uma visão holística é requerido também competências (Conhecimento, Habilidades e Atitudes). Para traçar um plano de ação consistente é necessário que seja realizada uma auto avaliação sincera nas 7 competências criticas para o sucesso. Lembre-se a ideia é reconhecer os pontos com oportunidade de melhoria e traçar um plano de ação efetivo. Conheça mais sobre estas competências acessando o aqui.

7ª Etapa: MEUS OBJETIVOS E METAS - A meta é um posicionando desejável no futuro, se esforçado para implementar as condições (ações). Meta não é a mesma coisa que objetivo e vice-versa, a meta é um objetivo traduzido em termos quantitativos (valor e prazo). Exemplo de objetivo: Comprar a casa própria. Exemplo de meta: Comprar uma casa de R$ 150.000,00 até Jan/2013.

Quesitos para elaboração de Metas
– Mensurável expressa em numero ou em ações palpáveis.
E – Específica traduzir o que se quer de fato).
T – Tempo deve ser definido um horizonte de tempo para atingimento.
A – Alcançável o atingimento deve estar dentro das possibilidades.
– Significado Pessoal dever está em linha com sua visão, missão e valores.

PRINCÍPIOS DA EFICIÊNCIA ORGANIZACIONAL - 100 ANOS ATRÁS

Os Princípios da Eficiência Organizacional são uma teoria administrativa desenvolvida no livro “The Twelve Principles of Efficiency” em 1912, escrito pelo engenheiro americano Harrington Emerson (1853 – 1931). Esse livro virou um verdadeiro clássico e até hoje é estudado nas teorias da Administração.



Emerson foi um dos auxiliares de Frederick Taylor e responsável pela popularização da Teoria da Administração Científica. Seus principais trabalhos foram a simplificação dos métodos de estudo desenvolvidos por Taylor e o desenvolvimento dos primeiros trabalhos sobre seleção e recrutamento de trabalhadores. Contribuiu no tema da eficiência dos sistemas de engenharia industrial criando os 12 princípios de eficiência organizacional. Emerson foi um homem visionário, pois em 1911 já vislumbrou aspectos da Administração por Objetivos proposta bem mais tarde na década de 1960 por Peter Drucker.

Princípios de eficiência organizacional de Emerson
1. Traçar um plano bem definido, de acordo com os objetivos;
2. Estabelecer o predomínio do bom senso;
3. Oferecer orientação e supervisão competentes;
4. Manter disciplina;
5. Impor honestidade nos acordos, ou seja, justiça social no trabalho;
6. Manter registros precisos, imediatos e adequados;
7. Oferecer remuneração proporcional ao trabalho;
8. Fixar normas padronizadas para as condições de trabalho;
9. Fixar normas padronizadas para o trabalho em si;
10. Fixar normas padronizadas para as operações;
11. Estabelecer instruções precisas;
12. Oferecer incentivos ao maior rendimento e à eficiência.

Conceitos de eficiência 
- A relação entre os resultados obtidos e os recursos empregados;
- A capacidade de um administrador para conseguir produtos mais elevados em relação aos insumos necessários para obtê-lo;
- Atingir o resultado com um mínimo de perda de recursos, isto é, fazer o melhor uso possível do dinheiro, do tempo, materiais e pessoas;
- Consiste em alcançar a eficácia (atingir o resultado planejado) com o menor recurso possível.

Avaliando os conceitos acima e os 12  Princípios de Eficiência Organizacional proposto por Emerson há mais de 100 anos, faço a seguinte indagação: Será que este princípios ainda fazem sentido nos dias de hoje para obter eficiência na administração contemporânea?


Fonte: Harrington Emerson, The Twelve Principles of Efficiency, Nova York, The Engineering Magazine Co.,1912.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

MOTIVOS PARA DIZER "NÃO" AOS BOATOS NA EMPRESA

"Você soube da novidade que está percorrendo os corredores da empresa?". "Lembra-se de ‘fulano' do setor de informática? Ele contou uma verdadeira bomba". Frases como essas são comuns nos corredores das empresas e não importa o segmento ou o tamanho da organização.


São os chamados boatos que se multiplicam pela chamada "Rádio Peão" e que tanto podem disseminar informações distorcidas que não causem estrago à vida da empresa quanto divulgar "novidades" que culminam em fortes dores de cabeças para muitos profissionais, quando não levam os funcionários a um estado de medo. Isso geralmente ocorre quando, por exemplo, ocorre alguma demissão, um gestor é transferido ou, então, novas ferramentas são implantadas pela administração. Seguem algumas razões para averiguar se as informações que correm de "boca em boca" são motivos para deixar você, sua equipe ou demais colegas preocupados.

1 - Se alguém é desligado da empresa, não importa o cargo que a pessoa ocupe, nunca pense que o fato desencadeará uma onda de demissão em massa. Além de estressar a você mesmo, essa informação certamente deixará os demais ao seu redor com um analgésico prestes a ser engolido.

2 - O desligamento pode ter sido iniciativa do próprio funcionário que conseguiu uma proposta melhor ou que por um motivo de ordem pessoal, precisou afastar-se da empresa temporariamente.

3 - Quando uma organização preocupa-se com o clima, o líder toma a iniciativa de comunicar aos liderados o desligamento de um membro da sua equipe. Isso acalmará os demais profissionais e não dará margens às fofocas.

4 - Ao saber que uma nova tecnologia ou ferramenta será adotada, antes de dizer não ao novo, ao desconhecido, deixe primeiro que seu gestor faça a comunicação oficial e não leve em consideração o que "fulano" disse: "Essa novidade só trará dor de cabeça para todos, porque é muito complicada de ser utilizada". Antes, participe do treinamento oferecido pela empresa para realmente constatar se você terá ou não dificuldades em lidar com aquele novo recurso.

5 - Seu gestor foi transferido, desligou-se da empresa ou se aposentou? Nada é eterno e o mundo está em constante transformação, inclusive o meio organizacional. Por essa razão, se ouvir comentários do tipo: "O novo chefe trata todos no chicote e adora perseguir as pessoas. O departamento vai virar um inferno". Não faça a imagem de uma pessoa, sem primeiro conhecê-la. A metodologia de trabalho pode ser até diferente, mas não significa que quem chegará trará um "copo de espinhos" para você beber.

6 - Antes de dar "ouvidos" às notícias que correm pelos corredores, caso a empresa possua canais de comunicação formais, fique atento ao conteúdo de cada um deles. Quem sabe, aquele "boato" que o deixou assustado não foi um engano e o assunto é abordado de forma objetiva.

7 - Caso escute algo que pode comprometer o clima da sua equipe, não contribua para a disseminação dessa informação, pois a tendência é que a mesma seja repassada. E quando chegar ao quinto "par de ouvidos", já não será dita como você a ouviu. Tem dúvidas de que isso ocorra? Lembre-se, então, daquela brincadeira do "telefone sem fio", que você participava com seus colegas de escola.

8 - Se, porventura, a tentação for grande demais e você queira comentar com alguém, o faça após o expediente. E que essa pessoa seja alguém confiável, que no dia seguinte não saia espalhando que você falou isso ou aquilo. Já pensou como sua imagem ficará na organização, caso isso aconteça?

9 - Quando uma equipe possui um gestor acessível, o que deveria ocorrer sempre, se uma "dita novidade" o envolva, uma boa alternativa é procurar o seu líder para uma conversa franca. Peça alguns minutos da atenção do seu líder para tirar dúvidas e saber se o que chegou a você tem procedência ou não passa de uma "fofoca", para tirar sua atenção das atividades e prejudicar sua performance. Lembre-se que, infelizmente, a inveja faz parte da realidade da vida e ninguém está livre de ser alvo dela.

10 - Supondo que você ouviu um "boato" hoje e guardou para si. Duas semanas nada aconteceu, como a "rádio peão" havia anunciado. Isso significa que tudo não passou de uma informação distorcida, sem fundo de verdade. Esse é mais um motivo para você fazer uma triagem daquilo que escuta, pois no final das "contas" quem pode ser prejudicado é você próprio.


Autor: Patrícia Bispo

Fonte: www.rh.com.br

TEORIA DA MOTIVAÇÃO

A motivação humana tem sido um dos temas mais estudados e debatidos nas práticas organizacionais. Ela é o efeito de gerar coisas, motivos, sentidos ou razões para fazer com que o ser humano seja mais feliz em suas relações. É o mecanismo que estimula, caracteriza e antecipa fatos. Um conjunto de motivos gera um conjunto de ações (motivo + ação = motivação). A palavra motivação vem do latim movere, que significa “mover”. Conceitos de Motivação “Conjunto de fatores psicológicos (conscientes ou inconscientes) de ordem fisiológica, intelectual ou afetiva, os quais agem entre si e determinam a conduta de um indivíduo” (DICIONÁRIO AURÉLIO). “Motivado é aquele cujo interesse foi despertado para uma atividade ou ação” (Dicionário Michaelis). “Conjunto de forças internas que mobilizam o indivíduo para atingirem dado objetivo, como resposta a um estado de necessidade, carência ou desequilíbrio” (MASLOW, 2003). Principais Teorias da Motivação
As Teorias da Motivação foram desenvolvidas a partir da segunda metade do século XX, e estão em constante pesquisa. Muitos estudiosos caracterizam estas teorias como do estudo da “Satisfação”, pois visam medir o índice de motivação das pessoas, baseadas em suas necessidades, aspirações e desejos.

  1 - Teoria da Hierarquia das Necessidades - Abraham Maslow Essa teoria defende que as necessidades humanas estão organizadas de forma hierárquica. Maslow apresenta a sua teoria por meio de uma pirâmide, eterminando que na base estão as necessidades fisiológicas e no cume as necessidades de auto-realização. Segundo essa teoria, as necessidades humanas começam pelas mais baixas/básicas: as fisiológicas e as de segurança, e somente a partir da satisfação dessas necessidades, os indivíduos estariam motivados para a satisfação de outras mais complexas. Conforme as necessidades da base são satisfeitas, o interesse do indivíduo vai progredindo, até alcançar o topo da pirâmide, são elas: - Necessidades fisiológicas - fome, sono, evitar da dor, desejo sexual etc. A satisfação dessas necessidades domina o comportamento humano. As necessidades de segurança surgem após satisfeitas as necessidades fisiológicas. Exemplo: intervalos de descanso durante a jornada de trabalho, ambiente físico confortável, horário de trabalho respeitado. - Necessidades de segurança - abrigo e vestuário, ou seja, procura de proteção ao meio e busca de um ambiente estável e seguro. Exemplo: boas condições de trabalho, remuneração, benefícios, estabilidade. - Necessidades sociais - desejo de associação, participação e aceitação por parte dos outros. Exemplo: relacionamento com colegas de trabalho, interação com clientes, relacionamento com chefes - Necessidades de estima - desejo de ser reconhecido pela sua competência, e busca da aceitação dos outros por meio de sua atuação, ela desenvolve sentimentos de autoconfiança. O contrário, ou seja, a necessidade de estima não satisfeita, gera sentimentos de inferioridade. Exemplo: reconhecimento por resultados, promoções, prêmios. - Necessidades de auto-realização - concretização das capacidades pessoais. A satisfação dessas necessidades produz pessoas independentes, criadoras, resistentes ao conformismo, que se aceitam a si próprias e aos outros. As pessoas que não concretizam a necessidade de autorrealização manifestam comportamentos de apáticos e indiferentes. Exemplo: atividades criativas e desafiantes, oportunidade de autonomia no trabalho, participação nas decisões. Aspectos da Teoria das Necessidades de Maslow • Quando uma necessidade de nível mais baixo é atendida, essa necessidade deixa de ser motivadora. • Nem todos os indivíduos conseguem chegar ao topo da pirâmide das necessidades. • Quando as necessidades básicas estão satisfeitas, as mais elevadas começam a dominar. • A frustração da satisfação funciona como uma ameaça psicológica ao indivíduo. • O comportamento motivado pode ser entendido como um canal onde muitas necessidades podem ser expressas ou satisfeitas.    
2. Teoria dos Dois Fatores – Frederick Herzberg Herzberg fez sua teoria baseada no ambiente externo e no trabalho do indivíduo. Para esse autor, a motivação das pessoas depende de dois fatores. - Fatores Higiênicos ou Extrínsecos: referem-se às condições que rodeiam as pessoas enquanto trabalham. Exemplos de Fatores Higiênicos: normas da empresa, supervisão, relacionamento com chefe, condições de trabalho, salário, relacionamento com colegas. A insatisfação no cargo é resultado do ambiente, do salário, dos benefícios, da supervisão, dos colegas. O oposto disso não é a satisfação, mas a ausência de insatisfação. - Fatores Motivacionais ou Intrínsecos: relacionam-se com o cargo e a natureza das tarefas e estão sob o controle do indivíduo. Exemplos de Fatores Motivacionais: conquistas, reconhecimento, responsabilidades, avanço na carreira, crescimento pessoal. A satisfação no cargo é resultado do conteúdo ou das atividades desafiantes e estimulantes. O oposto disso não é a insatisfação, mas a ausência de satisfação profissional. 

  3. Teoria ERC - Clayton Alderfer A teoria proposta por Clayton Alderfer é definida em três níveis: existência, relacionamento e crescimento. - Necessidade de Existência ou Existencial - refere-se às necessidades básicas dos indivíduos. Corresponde às necessidades fisiológicas e de segurança, da teoria de Maslow. - Necessidade de Relação - refere-se às necessidades de interação com outras as pessoas. - Necessidade de Crescimento - inclui as necessidades de estima e utorrealização. Aspectos da Teoria ERC. • A frustração de uma necessidade superior pode aumentar o desejo de satisfazer uma necessidade inferior. Exemplo: pessoas que comem muito quando tem uma necessidade superior não atendida. • É contrária à teoria de Maslow em relação à focalização em uma necessidade só. Entende que as pessoas podem ser orientadas para a satisfação de mais de uma necessidade ao mesmo tempo. • Na Teoria ERC, as necessidades não têm que se satisfazer por ordem correlativa. 

  4. Teoria das Necessidades Aprendidas - David McClelland David McClelland relaciona motivação e necessidades à aprendizagem. Para o autor, as necessidades humanas são aprendidas e adquiridas ao longo da vida e são categorizadas em três necessidades básicas. - Necessidade de realização: refere-se ao desejo de excelência, melhor ou mais eficiente que as outras pessoas, de resolver problemas ou dominar a realização de tarefas complexas. - Necessidade de poder: refere-se à necessidade de poder e autoridade, de controlar os outros, ser responsável pelas outras pessoas ou de influenciar o comportamento delas, de vencê-las pela argumentação. Esse poder tem aspectos negativos (tentativa de dominar e submeter as outras pessoas) ou positivos (comportamentos persuasivos e inspiradores). - Necessidade de afiliação: refere-se ao desejo de interação social, de estabelecer amizades e relações interpessoais com os outros. Quem tem essa necessidade mais destacada prioriza os relacionamentos sociais em detrimento da realização pessoal. 

  5. Teoria X e Y - Douglas Mac Gregor Para Douglas Mac Gregor, autor da Teoria X e Y, o trabalho exprime uma necessidade de responsabilidade. O autor considera que a necessidade de responsabilidade e a realização pessoal são as principais motivações do ser humano em situação profissional. Mac Gregor defende que existem apenas duas concepções do homem no trabalho denominadas Teoria X e Teoria Y. - Teoria X - A visão autoritária e hierárquica das pessoas. Nessa abordagem, o estilo de direção é fundado na hierarquia e no comando. As pessoas não gostam de trabalhar e o evitarão, sempre que estiver ao seu alcance. Para que as organizações atinjam os objetivos, as pessoas que nela trabalharem devem ser compelidas, controladas e mesmo ameaçadas com punições. O ser humano, em geral, prefere ser dirigido a dirigir. O ser humano, em geral, procura evitar as responsabilidades. - Teoria Y - abordagem participativa e responsabilizadora. Postula que os indivíduos devem ser responsabilizados e autodirigir-se. Eles estão motivados para atingirem ao mesmo tempo os objetivos da organização e objetivos pessoais. O trabalho pode ser uma fonte de satisfação e de sofrimento, dependendo das condições do mesmo. As pessoas podem exercer autocontrole e dirigir-se desde que sejam convencidas para tal. As recompensas do trabalho estão diretamente ligadas aos compromissos assumidos. As pessoas podem aprender a aceitar e assumir responsabilidades. 

  6. Teoria das características das funções - Hackam e Oldham Esta teoria criada por Hackman e Oldman defende o modelo das características da função. Hackman e Oldman chegaram à conclusão que são cinco as características do trabalho que contribuem para fazer da função uma fonte de motivação. Através da presença ou ausência de uma destas cinco características pode ser determinado o nível de motivação de uma pessoa com seu trabalho. - Variedade - uma função será tanto menos variada quanto mais consistir numa repetição rotineira de actividades; esta característica refere-se ao grau de exigência no que diz respeito ao uso de competências, actividades e conhecimentos diversificados. - Identidade - o grau em que a função requer a execução de um trabalho identificável com principio e fim, e que origina um resultado visível. Um exemplo de uma função com elevado grau de identidade é o trabalho do artesão que produz uma peça na sua totalidade, e por a ter produzido do principio ao fim que lhe confere esse nível de identificação com ele próprio. - Significado - diz respeito ao impacto do trabalho nas vidas dos outros, seja de dentro ou fora de uma organização; quanto maior o impacto maior o significado do trabalho. - Autonomia - o nível de independência no planeamento do trabalho e na respectiva forma de organização. Por exemplo, o nível de autonomia de um empregado do McDonald’s é limitado pela existência de um conjunto muito preciso e detalhado de procedimentos. - Feedback - a quantidade e qualidade da informação sobre o progresso do individuo na execução da tarefa e os níveis de desempenho alcançados.

DICIONÁRIO DE TERMOS TÉCNICO DA ADMINISTRAÇÃO

No dia-a-dia das organizações diversos termos técnicos, jargões, expressões e até mesmo palavras “americanizadas” são utilizadas no mundo da administração. Pensando nisso montamos aqui um dicionário com os principais temos utilizados e seus significados. 

  Administrar – É dirigir uma organização utilizando técnicas de gestão para que ela alcance seus objetivos de forma eficiente, eficaz e com responsabilidade social e ambiental. 
  Ameaças – São forças ambientais incontroláveis pela organização que criam obstáculos à sua ação estratégica, mas que, em sua maioria, podem ser evitadas ou gerenciadas, desde que reconhecidas em tempo hábil.
  Benchmarking - São marcos referenciais. Processo sistemático usado para estabelecer metas para melhorias no processo, nas funções, nos produtos etc., comparando uma empresa com outras. As medidas de benchmark derivam , em geral, de outras empresas que apresentam o desempenho “Melhor da classe”, não sendo necessariamente concorrentes. 
  Brainstorming - É uma técnica para reuniões de grupo que visa ajudar os participantes a vencer as suas limitações em termos de inovação e criatividade. Criada por Osborn em 1963, uma sessão de brainstorming pode durar desde alguns minutos até várias horas, consoante as pessoas e a dificuldade do tema. Em regra, as reuniões não costumam ultrapassar os 30 minutos. O brainstorming tem quatro regras de ouro: nunca critique uma sugestão; encoraje as idéias bizarras; prefira a quantidade à qualidade; e não respeite a propriedade intelectual. Além de zelar para que todos os participantes (geralmente entre 6 e 12 pessoas) cumpram as regras, o líder da sessão deve manter um ambiente relaxante e propício à geração de novas ideias. 
  BSC – Balanced Scorecard - Sistema de medição do desempenho e controle gerencial. É uma nova abordagem para administração estratégica, desenvolvida por Robert Kaplan e David Norton em meados de 1990. Existem várias ferramentas gerenciais sendo utilizadas nos mais diferentes tipos de gestão pública e privada. O BSC tem se destacado dentre essas ferramentas porque foi idealizado para o gerenciamento e medição de performance através de indicadores Que refletem objetivamente os resultados alcançados. Business Intelligence - conjunto de softwares que ajudam em decisões estratégicas. 

CEO – Chief Executiver Officer – Diretor Superintendente da Empresa – Controller
CEP - Controle Estatístico de Processo. Metodologia usada para o controle de dados de forma estatística para o aprimoramento contínuo da qualidade. 
Cinco S (5s) - Programa de gerenciamento participativo que objetiva criar condi-ções de trabalho adequadas a todas as pessoas em todos os níveis hierárquicos da organização. A sigla 5S deriva das iniciais de cinco palavras japonesas: SEIRI, senso de utilização; SEITON, senso de ordenação; SEISO, senso de limpeza; SEIKETSU, senso de saúde; e SHITSUKE, senso de autodisciplina 
Coaching - Metodologia/Processo. Esta metodologia está presente em grande parte do mundo, sendo uma atividade em rápida expansão, na qual profissionais habilitados auxiliam pessoas a atingirem seus objetivos de maneira eficaz por meio de reflexões e análise da sua realidade. É iniciado com um acordo entre o coach (profissional) e o coachee (cliente) para atingir objetivos e alcançar resultados pré-determinados, partindo de uma situação atual para uma situação desejada (foco nas realizações de metas, objetivos e desenvolvimento de competências), ou seja, as diversas aspirações que somadas levam o coachee de encontro ao seu desejo maior estabelecido dentro do processo de coaching. 
 Coach - Profissional que aplica a metodologia do Coaching. 
 Coachee - Cliente do Coacher. 
 Cognição – Ato ou ação de conhecer, aquisição de um conhecimento. (Larusse) 
 Comitê Draft - Comitê de Planejamento. 
 Continuous Improvement - (melhoria contínua) Componente essencial no just-in-Time e na Qualidade Total que reflete uma determinação inabalável para eliminar as causas dos problemas. É o oposto da mentalidade de “apagar incêndios”. 
 Core Business - relativo ao próprio negócio ou especialidade no negócio que faz 
 Cultura Organizacional - As empresas, tal como os países, têm uma cultura única. É, por isso, crucial que as empresas divulguem de forma explícita quais são os valores que valorizam. Quando o fazem por escrito, o documento chama-se declaração de missão. Para James Collins e Jeremy Porras, autores do livro Built to Last, a razão por que algumas empresas têm sucesso a longo prazo, enquanto outras acabam por desaparecer está na cultura organizacional. Nesta era de incerteza tudo deve ser posto em causa, à excepção dos valores. Esses têm de ser imutáveis. 
Diretrizes – instruções que norteiam o estabelecimento das ações para se alcançar os objetivos do plano. Ex: promover a melhoria da oferta de água em quantidade e qualidade nos grandes centros urbanos. Downsizing - reduzir, encolher, diminuir, cortar. Redução dos níveis hierárquicos em uma organização com o objetivo de aproximar os níveis operacionais da alta direção. 
Ecoeficiência: Produzir mais com menos insumos e menos poluição, mantendo a qualidade dos produtos e serviços, melhorando a qualidade de vida da sociedade na busca pela sustentabilidade do planeta.3R's (Reduzir, Reutilizar e Reciclar). Reduzir o consumo desnecessário, consumo consciente. Evitar o desperdício, principalmente dos recurso naturais, tão necessários para a nossa sobrevivência. Reutilizar e reaproveitar tudo que for possível, pois quando estamos reutilizando ou reaproveitando, possibilitando um novo destino para aquele material, deixamos de provocar impactos ambientais. Reciclar tudo aquilo que não for possível reutilizar ou reaproveitar. No processo de reciclagem os resíduos podem ser transformados em matéria prima, poupando os recursos naturais, mas de alguma forma provoca impactos ambientais. 
Eficácia – É fazer algum trabalho que atinja plenamente um resultado que se espera. É fazer "a coisa certa", ou seja, a coisa que leve ao resultado almejado. Ao elaborar um material excelente, um gerente, por exemplo, terá sido eficiente, mas se este trabalho não alcançar os resultados esperados, então não terá sido um Trabalho eficaz. 
Eficiência – É operar de modo que os recursos sejam mais adequadamente utilizados. O conceito é bem intuitivo: diz respeito a quem consegue obter o mesmo resultado com menos recursos. 
Estratégia – É a forma traçada por uma organização para alcançar o conjunto dos seus objetivos. A definição de objetivos, em si, não implica em uma estratégia. Os objetivos representam os fins que a empresa está tentando alcançar, enquanto a estratégia é o meio para alcançar esses fins. Considera-se que apenas fazer o que outros fazem, mas com maior eficácia operacional, não é propriamente ter uma estratégia. Está implícito no conceito que, para ter uma estratégia, precisamos atuar de forma diferente, com inteligência e planejamento. Implica, portanto, ter clareza dos limites para o alcance dos objetivos (como escassez de recursos, resistências de outros atores...) e as formas de superação. 
E-learning – Abreviação de eletronic learning, treinamento em rede de computadores, Revista Linha Direta. Endomarketing - Marketing interno realizado por meio de um conjunto de ações desenvolvidas para conscientizar, informar e motivar o indivíduo. 
Epistemologia – Estudo crítico dos princípios, hipóteses e resultados das ciências já constituídas; teoria das ciências. (mini Aurélio) “teoria do conhecimento” 
Equipes Autogeridas - As self management teams (equipes autogeridas) são compostas por um pequeno número de pessoas que tem a responsabilidade por um processo operacional e os seus resultados. Elas têm os meios para resolver problemas relativos à execução do trabalho e gerem a divisão e o planejamento das tarefas do grupo. Foi um conceito na moda nos anos 70, mas cujo entusiasmo decresceu na última década, visto que os resultados da aplicação nem sempre foram os desejados. Hoje tem novamente mais adeptos, devido à crescente qualificação dos recursos humanos. 
ERP - Enterprise Resource Planning ou Planejamento dos Recursos do Negócio. 
Extranet - são páginas que ligam a empresa a seus clientes e fornecedores. 
FMEA - Análise do modo de falha e efeito (IMAM) 
Gestão por Objetivos - Criada por Peter Drucker nos anos 50, a gestão por objetivos (management by objectives - MBO) descreve um sistema de gestão em que os trabalhadores e os gestores de topo definem em conjunto qual é o objetivo final do seu trabalho, como o realizar, de que forma será avaliado e qual o tempo necessário à concretização. É uma técnica popular em todo o mundo. Há, no entanto, três críticas clássicas à sua aplicação: os gestores tendem a definir metas pouco ambiciosas ou irrealistas; os objetivos raramente resultam de um processo participativo e descentralizado; e não promove o trabalho de equipe. Holística - Vem do grego Halos, que significa todo ou inteiro. É um novo paradigma que se apresenta como resposta evolutiva à crise de fragmentação vivida pelo homem na atualidade, quer pela criação e divisão de fronteiras que só existem na mente humana. 
Housekeeping - técnica para iniciar e manter os processos de Qualidade e Produtividade Total em uma empresa. 
Indicadores - É uma unidade de medida estabelecida como marcador de uma situação. Permite estabelecer o seu estágio atual e sua variação no tempo, a partir de intervenções realizadas. 
Intranet - são as páginas acessíveis apenas dentro de uma empresa. 
IS0- Sigla da International Organization for Standardization. 
Job rotation – Rodízio de funções promovido entre funcionário dentro da empresa. 
Joint venture - Associação de empresas, não definitiva, para explorar determinado negócio, sem que nenhuma delas perca sua personalidade jurídica. 
Just-in-time - É uma técnica de gestão e controle de mercadorias que procura minimizar o nível de stocks nos armazéns das empresas industriais. Criada em 1960 pela nipônica Toyota, foi considerada como uma das ferramentas de gestão que mais contribuíram para o milagre industrial japonês. A idéia base é bastante simples: cada etapa do ciclo de produção só deve solicitar novas encomendas à etapa anterior na medida que precisar delas. Implica igualmente uma redução do número de fornecedores. Richard Schonberger foi o primeiro autor a divulgar a metodologia just-in-time nos Estados Unidos. 
Kaizen - Conceito de administração japonesa que significa aprimoramento contínuo, envolvendo todos os funcionários de uma organização. Sistema de Controle da Produção e dos Inventários 
Lean Prodution - Engloba o conjunto de técnicas desenvolvidas nos anos 70 por fabricantes japoneses, como a Toyota e a Matsushita, para reduzir os custos de produção e aumentar a competitividade. Foi popularizado através do estudo sobre a indústria automóvel do MIT, designado "The Machine that Change the World", que investigou as causas associadas à superiodade dos nipônicos nos domínios da produtividade, flexibilidade, rapidez e qualidade. O conceito de lean prodution é baseado em quatro princípios: trabalho de equipe; comunicação; uso eficiente de recursos e eliminação de desperdícios; e melhoria contínua (a que os japoneses chamam kaizen). 
Learning Organization - Criado por Chris Argyris, professor em Harvard, designa por learning organizations (organização em constante aprendizagem) as empresas que aprendem à medida que os seus trabalhadores vão ganhando novos conhecimentos. O conceito é baseado na idéia de Argyris, chamada double-loop learning (quando os erros são corrigidos através da alteração das normas empresariais que o causaram). Em 1990, Peter Senge, professor do MIT, popularizou o conceito através do best-seller The Fifht Discipline - The Art and Pratice of a Learning Organization. 
Market Share - Participação no Mercado. 
MBA – Master Business Administration 
Meta – parte ou porção do objetivo a ser alcançado em um horizonte de tempo, sendo expressa geralmente em unidades quantificadas. 
Menemônica – Processo de ajudar ou treinar a memória 
Mentoring – profissional mais velho, com experiência e habilidade de relacionamento, que acompanha e passa para o mais novo suas idéias sobre o trabalho e a carreira. 
Missão – é uma declaração explícita das razões da existência de uma instituição. Na declaração da missão, o propósito é estabelecido, normalmente, em termos do papel social desempenhado pela organização. Networking - rede de relacionamentos. 
Óbice - Palavra derivada do Latim, significa impedimento, embaraço, empecilho, obstáculo ou estorvo. Ombudsman – Palavra de origem sueca que significa “o homem que representa os interesses” ouvidor, profissional que tem como missão intermediar a comunicação entre o público e a empresa. 
On the job - No dia a dia do Trabalho. Exemplo Treinamentos on the job. Utilizar a rotina, dentro das tarefas prática de um indivíduo. Sem retirá-lo para a sala de autla. Como um estágio prático superviosanado diretamente. 
Objetivo – situação que se pretende alcançar, considerando um dado problema ou compromisso assumido. Oportunidades – são forças ambientais incontroláveis pela organização que podem favorecer sua ação estratégica, desde que reconhecidas e aproveitadas satisfatoriamente enquanto perduram. 
Outplacement - Investimento de uma empresa na recolocação de ex-funcionário em outra organização. Outsourcing - Trata-se de contratar uma entidade exterior à empresa para executar serviços não estratégicos (que não produzem valor acrescentado para os clientes), em vez de os produzir internamente. A grande vantagem reside na redução de custos que tal opção implica. Talvez ainda seja mais importante o fato de o outsourcing libertar mais tempo os executivos para se dedicarem mais às core competence (competências estratégicas) da empresa. O conceito nasceu na área das tecnologias de informação. Tem maior potencial de aplicação em indústrias dinâmicas, em que as pressões para cortes nos custos são mais intensas, nomeadamente nos grupos empresariais que pretendem seguir uma estratégia de integração vertical das suas atividades. 
Parâmetro – medida padrão de referência que permite comparar situação existente ou alcançada com aquela desejável. 
PCPM - Planejamento e Controle da Produção e de Materiais. 
PCP - Planejamento e Controle da Produção. 
PCM - Planejamento e Controle da Manutenção. 
PCO - Planejamento e Controle da Operação. 
PDCA - Plan, Do, Check e Act, ou Planejar, Executar, Verificar e Agir, ferramenta que implica na melhoria de todos os processos de fabricação ou de negócios. 
Planejamento estratégico – é um processo gerencial que permite estabelecer um direcionamento a ser seguido pela organização, com o objetivo de se obter uma otimização na relação entre a empresa e seu ambiente, ou seja, o planejamento estratégico é o processo que instrumentaliza a resposta que a organização precisa apresentar ao seu ambiente diante de um contexto de mudanças. Ele diz respeito à formulação de objetivos para a seleção de programas de ação e para sua execução, levando em conta as condições internas e externas à empresa e sua evolução esperada. Também considera premissas básicas que a empresa deve respeitar para que todo o processo tenha coerência e sustentação. Refere-se, portanto, ao planejamento de longo prazo e ao esforço de construção de sua viabilidade. 
Planejamento operacional – é o planejamento que abrange cada tarefa ou atividade específica. Suas características são: é projetado para o curto prazo, para o imediato; envolve cada tarefa ou atividade isoladamente e preocupa-se com o alcance de metas específicas;é definido, no nível operacional, para cada tarefa ou atividade. 
Planejamento tático – é o planejamento que abrange cada departamento ou unidade da organização. Suas características são: é projetado para o médio prazo, geralmente para o exercício anual; envolve cada departamento, abrange seus recursos específicos e preocupa-se em atingir os objetivos departamentais; é definido no nível intermediário, em cada departamento da empresa. 
Plano estratégico – formulação do produto final da utilização de determinada metodologia de planejamento. Documento formal que consolida as informações, atividades e decisões desenvolvidas no processo. Descrição do curso pretendido das ações. 
Plano de ação – é composto por uma série de providências/tarefas a serem efetuadas a partir de um planejamento. Num plano de ação, as providências são devidamente priorizadas e listadas por ordem cronológica. 
Poka-Yoke - Método a Prova de Falhas, ex. a chave de carro (uso genérico). 
Pontos fortes – situações que se apresentam dentro da organização e que estão sob seu controle influenciando positivamente o seu desempenho. 
Pontos fracos – situações que se apresentam dentro da organização e que estão sob seu controle influenciando negativamente o seu desempenho. 
Política – é a programação de atos, são as regras norteadoras a serem cumpridas para atingir os objetivos da organização. No caso de política organizacional, cada organização tem a sua política, e esta depende do que se deseja alcançar: lucro, competitividade, expansão, internacionalização. 
Política de Portas Abertas - uma oportunidade oficial que a organização dá ao funcionário de apelar aos executivos da empresa quando se sentir prejudicado pela chefia imediata. 
Processo – série de etapas ordenadas que tem por objetivo fornecer um produto ou serviço. Existem critérios de transição de uma etapa para outra. Cada etapa produz subprodutos consumidos pela etapa posterior, até que se conclua o processo. Exemplos: processo produtivo de uma fábrica, atendimento ao cliente, etapas na manutenção de produtos, etc. 
Projeto – empreendimento temporário com a finalidade de criar um produto ou serviço único. Um projeto é executado por pessoas, com recursos e tempo limitados. Ele é sempre temporário (início e fim bem definidos). 
PPCP - Planejamento, Programação e Controle da Produção. 
PPM - Partes por milhão - termo usado no controle estatístico. 
PQGF - Prêmio de Qualidade do Governo Federal. 
Publicização - Movimento introdutor de um novo modelo de administração pública baseado em alianças estratégicas entre o Estado e a sociedade. 
QFD - (Quality Funcion Deployment) Literalmente, Desdobramento da Função Qualidade. Metodologia com base nas pessoas para determinar rigorosamente as necessidades e desejos dos clientes. 
QS - Quociente de sucesso 
QS 9000 - Quality System Requirements. Norma criada pelas três maiores empresas automobilísticas americanas: Ford, General Motors e Chrysler. Seu objetivo é a redução de sistemas paralelos de desenvolvimento de fornecedores pelas montadoras, com vistas a uma conseqüente redução substancial de custos.Exige-se a melhoria contínua. 
Qualidade Total - Segundo o European Foundation for Quality Management (EFQM) os esforços para a qualidade total (TQM - Total Quality Management) são caracterizados pelos seguintes fatores: excelência nos processos; cultura de melhoria contínua; criação de um melhor relacionamento com os clientes e fornecedores; envolvimento de todos os trabalhadores; e clara orientação para o mercado. Os melhores exemplos da aplicação da gestão da qualidade total são as empresas japonesas, que ironicamente foram ensinadas nos anos 40 e 50 pelos mestres americanos Deming e Juran. 
Quike Step - Em português significa passo acelerado. 
Rapport - Do Francês – Relação. Relação de mútua confiança e compreensão entre duas ou mais pessoas. A capacidade de provocar reações de outra pessoa. Também chamado de empatia. 
Reengenharia - Método usado para reprojetar e reformar sistematicamente toda uma empresa, função e processo. 
Rotatividade - É a indicação do número de vezes que um estoque se renovou. (Ra = Ca/Em) onde Ca é o consumo total anual e Em é a média aritmética dos 12 estoques mensais. 
Sabático - repensar, redescobrir, reciclar. 
Setup - Sistema de Troca rápida 
Sinergia - Refere-se à convicção de que dois mais dois podem ser cinco. Esta é uma não evidência que serviu para justificar as injustificáveis operações de fusão e aquisição que caracterizaram o mundo dos negócios nos anos 80. O conceito de sinergia, introduzido por Igor Ansoff no livro Corporate Startegy, procura provar que duas empresas juntas valem mais do que a soma das duas separadas. Se não existir sinergia (ou se for negativa) não valerá a pena concretizar-se uma fusão ou aquisição. O conceito pode ser aplicado em outras áreas, como alianças estratégicas, joint-ventures, acordos de cooperação, relações das empresas com fornecedores ou clientes e equipes de trabalho pluridisciplinares. 
Stakeholders - Palavra, que significa depositários. Pessoa ou grupo com interesse na performance de organização e no meio ambiente na qual opera. Parte interessada ou impactada pelas ações da empresa. Stock options - Programa de Ações - um incentivo que permite aos funcionários comprar ações da empresa onde trabalham por um preço abaixo do mercado. 
Spply Chain Management - Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento. 
Sustentabilidade - O conceito de sustentabilidade foi criado no começo da década de 80 (por Lester Brown, fundador do Instituto Worldwatch) que definiu “sociedade sustentável” como aquela que é capaz de satisfazer suas necessidades sem comprometer as chances de sobrevivência das gerações futuras. Podemos dizer que a sustentabilidade está relacionada aos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais e que o equilíbrio de tudo isso depende das ações humanas. 
Team Building - dinâmica de grupo em área externa, onde os participantes serão expostos a várias tarefas físicas desafiadoras, que são exemplos comparativos dos problemas do dia-a-dia da empresa. Tem como finalidade tornar uma equipe integrada. Teoria X, Y e Z - Nascidas no final dos anos 50, as teorias X e Y são duas visões opostas sobre a natureza humana e a forma de gerir a força de trabalho. Foram criadas pelo psicólogo Douglas McGregor, do MIT. A teoria X assume que os indivíduos não gostam de trabalhar, a menos que sejam obrigados coercivamente a fazê-lo. A teoria Y defende que as pessoas têm auto-realização no trabalho e que cumprem melhor as suas tarefas se não forem vigiadas por terceiros. A teoria Z, de William Ouchi, é uma variante da teoria Y. Defende que os trabalhadores têm um grau de envolvimento similar ao dos gestores quando existe um sistema de recompensas e incentivos eficaz. 
TQC - (Total Quality Control) Literalmente, Controle da Qualidade Total. Sistema criado em todas as fases de uma empresa de manufatura, da engenharia de projeto à distribuição, que busca assegurar “defeito zero” na produção. 
TQM - Total Quality Management (Gerenciamento da Qualidade Total). Foi criado em 1985 pela Naval Air Systems Comand para descrever o seu enfoque de gerenciamento ao estilo japonês para o aperfeiçoamento da qualidade. 
Turnover - Palavra em inglês, que na tradução quer dizer: rotatividade; movimentação; giro; circulação; medida da atividade empresarial relativa ao realizável a curto prazo; vendas. 
Valores – são conjuntos de padrões éticos que norteiam a vida cotidiana da organização e a dos seus integrantes. Exemplos: integridade, honestidade, respeito e consideração pelos clientes, cooperação e apreço pelos colaboradores.  
Vantagem Competitiva - Michael Porter demonstrou que as empresas bem sucedidas obedecem a padrões definidos de comportamento que podem ser resumidas em três estratégias genéricas (as fontes de vantagem competitiva sobre os concorrentes): (1) Liderança baseada no fator custo - Possuir custos mais baixos do que os rivais; (2) Diferenciação - Criar um produto ou serviço que é visto na indústria como único; (3) Focalização - Combinar as duas estratégias direcionando-as para um alvo específico. Workaholic – Viciado em trabalho. 
Workshop – Treinamento em grupo de acordo com a técnica dominada pelo instrutor or grupo.

 Fontes pesquisadas: www.mp.go.gov.br e www.rhportal.com.br